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Crônica da Formanda Fabiana Laís

Posted by Rander Ariel Gonçalves on 22.7.15
Longe de sinônimos, mas perto da descrição. Similaridade entre beleza e destreza. Nada representa mais a tua identidade do que a vontade de ser única. ÚNICA em um mar de igualdades. Um bico, um sorriso e um dengo, nada que um aconchego não aquebrante seu coração. Pequena, sim, pequena, mas com um sorriso que a faz gigante. Gigante no coração e potente na força. Mas nada que uma lasanha ou um chocolate não a faça criança. Ah fios dourados. Se tu soubestes a grandeza que tens, não teria pra ninguém. Sentimentos camuflados descritos em melodias feitas pelos que te amam. Coração valente, menina inocente, só quer um mimo e ser amada pela ‘gente’. Ah fios dourados, o mundo é seu!!! Sofrimentos te fizeram forte, amores que se foram, não foram amores, foram ensinamentos para se tornar uma mulher que sem dúvidas VOCÊ É!!! Mudanças, viagens, colchas de retalho, personalidade e incertezas só te trouxeram, GRANDEZA...
...e a natureza encanta-se com a sua beleza e essa carinha de lerda que irradia nosso dia, sua mulinha. Irmã, amiga, filha, cunhada, dois pais e duas mães, protetores ciumentos vão grudar em você feito cimento e não adianta ficar birrenta e nem bicudinha, pois você é nossa tchonguinha. Livros, ah os livros, encanto e magia, doçura na leitura e sua vida em linhas, cheiro de novo, capa dura, capítulos e emoções, amor, leitura que expressam a ternura de uma menina madura com jeito de pituca. Livros, livros e mais livros, nenhum destes fazem você, nenhum livros descreveria a bicudinha 2, sim, 2, pois a bicudinha 1, quer você como um reflexo. Espelho, fotografias, não captam a magia deste sorriso que irradia a luz do sol. SOL invejoso, querendo brilhar mais que a Bia, mas em uma tentativa frustrada, foge após às 18hs triste por não alcançar a beleza da maninha. Estudar, estudar e trabalhar, rotinas chatas que agora farão falta. Mas nada faria mais falta do que você longe da gente. Por isso queremos você perto, sábado, domingo, feriado e férias, pois, xodózinho temos apenas um. Formar, sim, formatura! Conquista, conquistar, gestora, formadora de opinião, jogos, playstation, tensão que a faz sonhar, fases que você tenta passar e aquele grito para te ajudar ( Randerrrr, Randerrr). Menina, mulher, braveza e grandeza, sinônimos da minha segunda princesa. Você não é moleza. Ê fios dourados. Corre que o mundo é seu. Não esqueça aquilo que te faz feliz. Cabeceira, livros, chocolate quente e um travesseiro de pelos chamado PUCK. Seriado, música alta, festival, açaí ( Traz um pra mim ).
Agradeço ao destino por ter-me feito encontrar vocês. Por vezes a falta de recursos foi-me uma amiga benfazeja;
Ensinou-me o preço dos bens úteis à vida, que sem ela não teria conhecido. Evitando-me o peso do luxo, devotou-me à arte e à beleza.

___’Tatá, vem me buscar e me levar para um seriado apreciar. ‘ Frase singela porém descreve que você é nosso chiclete e estamos felizes por isso.
Estamos profundamente orgulhosos de você, fios dourados. E você terá sempre dois amigos, irmãos e protetores. Para todo sempre.
Rander e Flávia

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Crônica do Amor

Posted by Rander Ariel Gonçalves on 22.7.15
 Ela e eu. A zoiuda e o tchongo...

Venha cá. Vamos rir sobre as vezes que eu te impliquei e belisquei ou suas tchonguices, o fato de estar meio frio, sobre gostarmos dos excessos e por qual motivo não podemos ser extremistas. Vamos fazer brincadeira das nossas crônicas, nosso lirismo e de todas as formas e palavreados. Vamos aproveitar o sex appeal e esperar o tempo passar como se não houvesse o depois. E por gentileza, esqueça o depois, planos vamos deixar para amanhã... 

Gosto do seu sorriso de canto e seu olhar furacão . Os vasos enfeitam o rack. Nossas músicas onde até os artistas engoliram em seco as próprias melodias. Espelhos guardavam todas as facetas e caretas. Cor de bolinha espalhada pela casa servindo como decoração. Dançaram sons imaginários em perfeita sincronia. Tantos incidentes espalhados em forma de fotografias. Spotfy e Netflix como qualidade de vida, seu jeito, jeito moldado pela música. O vidro da janela ainda preservava os respingos da tempestade, nosso quarto, nossa janela. Séries, cujos heróis sempre seriam seus ídolos com todas as loucuras, controvérsias e até vilanias. Confabulas e epifanias. Escuro, mas um vagalume fosforescia e enfurecido queria entrar e você com medo começando a gritar. Uma caixa decorada de bolinha. Poeira, principalmente poeira. Casos que caíram no esquecimento. Três caixas de produtos integral. Manta decorando o sofá , almofadas espalhadas e nossa fé acolhedora. Games, o verdadeiro vício. Juntos nós girávamos, girávamos, giráva... Desenhos feitos com lápis comum deixaram borrados os dedos, com o livro de colorir, horas de risos. Todos os resquícios da adolescência, porém ainda éramos tão jovens. Alterados pelas doses de Felicidade. Dois corpos não ocupam o mesmo espaço, mas gostávamos de tentar.
Os planos e sonhos soavam como Mozart e impulsionávamos como uma excêntrica inspiração numa cálida manhã de Domingo Emoticon grin ...

E a zoiudinha. Sorria. Sorria. A Mulinha de pano, de pijama dos anos 80 ajeitou o olho descosturado para melhor observar tudo. E a boneca de pano tinha cheiro do perfume cítrico da garota que ocupava a cama e que, por sua vez, desfrutava do perfume do garoto num delírio que a boneca de pano jamais saberia explicar. E o coração da boneca de pano acelerou em ritmo frenético naquele golpe de despertar da completa inércia. E assim deu o primeiro passo. O segundo seria mais fácil. Vibrou diante da completa bagunça. A desordem em volta era prova do movimento constante da vida, pois tudo que fica parado, estagnado, sem embalo, acaba por perder a graça.
O impossível não existe... O impossível não existe!

E ela, ela mesma, em perspectiva e descrição livre e poética, mas tão firme e segura, não mais que um sabor doce e consistente em um agosto frio. E, assim, tinha a expectativa de um sol de dezembro e, apesar dos pesares, exalava o cheiro de primavera que, sobre todas as rosas, ainda preferia os girassóis. Esperando dias melhores na essência da vida...

Crônica do amor Rander&Flávia

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