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Fragilidade da vida...

Posted by Rander Ariel Gonçalves on 29.6.15
Sobre a morte do cantor Cristiano Araújo.

Percebemos o quanto a vida é frágil. Quantos sonhos, desejos, vontades não foram deixados para trás. Quantas conquistas, músicas não foram deixadas no vão da existência. Não gosto de ver fotos e vídeos de quaisquer tipos de crueldade e falar de algum acidente, cirurgia ou machucado me deixa com aperto e gastura. A fragilidade da vida é algo que me faz pensar como perdemos tempo com coisas que não agregam a construção moral, perdemos tempo com brigas bobas, discussões sem fundamento e deixamos passar oportunidades que jamais voltarão. A vida é uma linha existencial que é feita por sonhos, desejos, vontades e principalmente expressão de amor. Fatalmente deixamos de fazer e ter algo pelo simples fato de deixar para amanhã. O amanhã é apenas uma possibilidade então devemos fazer no hoje o que no faz felizes. Deixamos de comprar algo, viajar, comer alguma comida especial, expressar o amor que sente para alguém por simples medo. Como diz Shakespeare " Muitas vezes perdemos o bem que poderíamos conquistar pelo simples medo de tentar". Pois bem, a fragilidade da vida me instiga a plantar cada dia uma semente cujo propósito é ecoar por algum tempo. As vezes me pego pensando em como deixamos de lado tudo que nos fazia felizes, aqueles sonhos de criança, a pureza nos olhos e com a maturidade vem a auto confiança que nos faz ter a falsa idéia de que somos bons suficiente para o mundo, mas na verdade não somos. Seríamos se o amor fosse nossa maior motivação na vida. Confundimos o sucesso financeiro como sucesso de vida, mas pra mim auto realização é e sempre será a conquista do amor. Vamos dançar aquela música que gostamos, comer aquela comida especial sem medo de engordar ( viu Mulheres?) comprar aquela roupa ou realizar a tão sonhada viagem. Perante a vida, somos todos iguais e a única diferença está no que você precisa ser feliz. Viva intensamente cada segundo de sua vida. Resolva problemas, sorria, chore, cante, liberta-se de si mesmo. Pense, reflita sobre o que você está plantando na sua existência. Seja feliz.

Rander Ariel


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Crônica do amor Rander&Flávia

Posted by Rander Ariel Gonçalves on 12.6.15
Ela e eu. A zoiuda e o tchongo...

Venha cá. Vamos rir sobre as vezes que eu te impliquei e belisquei ou suas tchonguices, o fato de estar meio frio, sobre gostarmos dos excessos e por qual motivo não podemos ser extremistas. Vamos fazer brincadeira das nossas crônicas, nosso lirismo e de todas as formas e palavreados. Vamos aproveitar o sex appeal e esperar o tempo passar como se não houvesse o depois. E por gentileza, esqueça o depois, planos vamos deixar para amanhã... Gosto do seu sorriso de canto e seu olhar furacão .

 Os vasos enfeitam o rack. Nossas músicas onde até os artistas engoliram em seco as próprias melodias. Espelhos guardavam todas as facetas e caretas. Cor de bolinha espalhada pela casa servindo como decoração. Dançaram sons imaginários em perfeita sincronia. Tantos incidentes espalhados em forma de fotografias. Spotfy e Netflix como qualidade de vida, seu jeito, jeito moldado pela música. O vidro da janela ainda preservava os respingos da tempestade, nosso quarto, nossa janela. Séries, cujos heróis sempre seriam seus ídolos com todas as loucuras, controvérsias e até vilanias. Confabulas e epifanias.

Escuro, mas um vagalume fosforescia e enfurecido queria entrar e você com medo começando a gritar. Uma caixa decorada de bolinha. Poeira, principalmente poeira. Casos que caíram no esquecimento. Três caixas de produtos integral. Manta decorando o sofá , almofadas espalhadas e nossa fé acolhedora. Games, o verdadeiro vício. Juntos nós girávamos, girávamos, giráva... Desenhos feitos com lápis comum deixaram borrados os dedos, com o livro de colorir, horas de risos. Todos os resquícios da adolescência, porém ainda éramos tão jovens. Alterados pelas doses de Felicidade. Dois corpos não ocupam o mesmo espaço, mas gostávamos de tentar. Os planos e sonhos soavam como Mozart e impulsionávamos como uma excêntrica inspiração numa cálida manhã de Domingo Emoticon grin ... E a zoiudinha. Sorria. Sorria. A Mulinha de pano, de pijama dos anos 80 ajeitou o olho descosturado para melhor observar tudo. E a boneca de pano tinha cheiro do perfume cítrico da garota que ocupava a cama e que, por sua vez, desfrutava do perfume do garoto num delírio que a boneca de pano jamais saberia explicar.

 E o coração da boneca de pano acelerou em ritmo frenético naquele golpe de despertar da completa inércia. E assim deu o primeiro passo. O segundo seria mais fácil. Vibrou diante da completa bagunça. A desordem em volta era prova do movimento constante da vida, pois tudo que fica parado, estagnado, sem embalo, acaba por perder a graça. O impossível não existe... O impossível não existe! E ela, ela mesma, em perspectiva e descrição livre e poética, mas tão firme e segura, não mais que um sabor doce e consistente em um agosto frio. E, assim, tinha a expectativa de um sol de dezembro e, apesar dos pesares, exalava o cheiro de primavera que, sobre todas as rosas, ainda preferia os girassóis. Esperando dias melhores na essência da vida...

Crônica do amor Rander&Flávia

Rander Ariel

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Sobre a Parada Gay

Posted by Rander Ariel Gonçalves on 5.6.15
A escolha da opção sexual é um dos maiores atos da ‘liberdade de ser’ da atual geração.
Estamos vivendo a transição e quebra de valores e princípios morais de uma vindoura era de tradicionalismo´passados de geração em geração, onde o incomum e excluído, adentrou-se e está fincando raízes na sociedade atual.
Nada mais do que justo, pois o preconceito e a discriminação são modos arcaicos de se conduzir uma história de vida e este comportamento muitas vezes trata-se de desvio de caráter.
Nossa sociedade moralmente está sofrendo uma regressão contínua, entretanto, por outro lado, algumas partes estão ganhando força e vem sendo respeitadas como merecem. Movimentos como a parada gay, não refletem e não fazem jus a esta aceitação que eles veem ganhando e recebendo.

Infelizmente a parada gay aqui no Brasil é retratada de forma cômica, fraca e rasa, onde a questão principal fica longe de ser ou retratar a importância que o tema exige. O que podemos ver são as pessoas de sunga, semi nuas ou fazendo piadas de si mesmo, transformando um assunto sério em infantilidade.
Creio que a parada gay seja um grande passo e um grande avanço na liberdade de escolha, entretanto, a forma no qual é conduzido não retrata nem de longe a seriedade do assunto. O foco deveria ser mostrado que independente da escolha, somos todos iguais, somos todos capazes de chegar a determinado lugar pela nossa capacidade e jamais por aquilo que desejamos ser.

O foco da parada gay deveria ser, as pessoas expondo o que são para a sociedade independente da opção sexual. Deveriam mostrar que somos todos iguais e que movimentamos esta roda que chama vida. Quem for Médico, que se mostre como tal, advogados, professores, dentistas, pedreiros, construtores ,esportistas, enfim, expondo aquilo que são e conquistaram, mostrando que a sociedade é repleta de gente capacitada independente da escolha sexual. Mas como vivemos em um país que a farra vale mais que o conteúdo, não podemos esperar que as coisas sejam levadas a sério, da forma série. Pois, aqui só chama atenção se for através da PIADA.

Rander Ariel

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